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Alunos do Senac Itapetininga resgatam história da cidade através da criação de um website

Em fase inicial, projeto desenvolvido pelo curso Técnico em Informática, em parceria com a turma de Aprendizagem, começa com o mapeamento das estátuas do município

Reprodução

Um produto digital que reúna pontos turísticos, história, centro histórico, estátuas e ao mesmo tempo dialogue com a identidade da cidade trazendo sua história. Essa é a proposta do projeto Conheça Itapê, que está sendo desenvolvido pelo curso Técnico em Informática, em parceria com a turma de Aprendizagem do Senac Itapetininga. A ideia é que o projeto acadêmico, no formato inicial de um protótipo estático e responsivo, seja transformado em páginas dinâmicas, cujo conteúdo poderá ser alimentado pela própria população.

“A página terá como função ser um guia turístico da cidade de Itapetininga, que poderá ser utilizado por visitantes e entusiastas da cidade, assim como pessoas que trafegam, moram ou trabalham na cidade e região”, explicou Leandro Cesari Maschietto, docente de tecnologia da informação do Senac Itapetininga.

O projeto é dividido em etapas, e a primeira delas contemplará o mapeamento e disponibilidade ao site das estátuas e principais personalidades do município de Itapetininga. “Vamos estudar a história de cada estátua/personalidade da cidade e disponibilizar em um site/aplicativo, onde os visitantes da cidade terão acesso mediante QR Code”, adiantou.

Leandro conta que a ideia da página surgiu de um comentário feito em sala de aula, de um aluno que desconhecia a história das estátuas de Teddy Vieira e Anésia Pinheiro Machado, que ficam na área central da cidade. “Contei a história a eles e aproveitei o gancho para falar um pouco mais sobre a história do município, falando de Júlio Prestes, Fernando Prestes, a importância da cidade na revolução de 1932. Assim, surgiu a ideia de trabalhar a história do município em conjunto com o aprendizado técnico de informática, mais especificamente o conteúdo de desenvolvimento de sites”, relembrou.

Após concluída a fase inicial das estátuas, o objetivo é que a página seja aberta ao público, que poderá alimentá-lo com a história de seus bairros, e também à iniciativa privada, com um espaço para cadastro de comércios que forneçam comidas típicas, cultura caipira, vendas de lembranças, artesanatos, entre outros. Depois disso, a proposta é criar, também, um aplicativo.

“Vale lembrar que é um projeto acadêmico, onde o docente estimulou o desenvolvimento, subsidiou com autorização do secretário municipal da Cultura e que necessita da continuidade dos alunos, realizando cognição com conceitos que serão abordados mais adiante no percurso do curso”, explicou.

Serviço: 

 

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