Para aprender um novo idioma é necessário se identificar com o método

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Foto: site Kumon

Aprender um novo idioma requer dedicação e encontrar o método de ensino que mais se encaixa no seu ritmo e estilo de vida. Cada pessoa tem o seu tempo e jeito de aprender, e necessita de uma linguagem adequada e individualizada. Planejar e escolher a melhor maneira de aprender o inglês, por exemplo, pode fazer a diferença na vida, pessoal e profissional, de qualquer pessoa.

No Kumon, maior rede de franquia educacional do País, o método de estudo para todos os cursos (português, matemática, inglês e japonês) acrescenta outros fatores no currículo, além do conteúdo acadêmico, como desenvolver habilidades para a vida pessoal e profissional. A aula é de acordo com o nível de entendimento do aluno, o ensino privilegia o desenvolvimento da autonomia nos estudos, de forma que ele aprenda de acordo com o seu ritmo. O material didático é autoinstrutivo e dividido em estágios, fazendo com que a complexidade aumente gradualmente. Porém, o aluno só avança para o próximo conteúdo quando consegue assimilar o que é proposto.

O curso de inglês do Kumon permite que o aluno desenvolva um vasto vocabulário, que vai aumentando à medida que ele avança no curso, com leitura de textos mais longos e complexos. É composto por 21 estágios que também abordam as estruturas e os textos de maneira gradativa, simples e natural.

Para aumentar a exposição e imersão ao novo idioma, o Kumon também oferece audiobook a todos os alunos. O aplicativo, com áudios gravados por falantes nativos, permite maior contato do estudante com o idioma. O objetivo do curso é desenvolver ao máximo o potencial dos alunos por meio do autodidatismo e possibilitar que eles leiam, escrevam, ouçam, compreendam e sejam compreendidos em inglês. “Com o vasto vocabulário que o aluno adquire, ele acaba falando naturalmente o novo idioma”, explica Fábio Casemiro Simões de Abreu, Gerente do Setor de Inglês do Kumon.

“O aprendizado que o estudante recebe frequentando as aulas no Kumon, ele leva para a vida. Por exemplo, o método para interpretação de texto e síntese, uma vez assimilados, ele usará em todos os momentos que for necessário: ler e entender um e-mail do chefe, nas aulas de espanhol ou de japonês”, completa Fábio.

Sobre o Kumon

Criado no Japão em 1958, pelo professor Toru Kumon, o método utiliza os chamados exercícios-guia para que o aluno realize as atividades com o mínimo de intervenção do orientador. Somente após absorver totalmente a informação, avançam para os níveis subsequentes. “O aprendizado segue na simplicidade do papel e lápis. O que se escreve de próprio punho não se esquece, e é isso que faz com que o Kumon esteja em tantos países”, diz Masami Furuta, presidente da empresa no Brasil. O método está presente em 50 países e reúne 4,35 milhões de estudantes. No Brasil são aproximadamente 1.400 unidades em 550 cidades, somando mais de 160 mil alunos, dos 180 mil na América do Sul. Mais informações no site www.kumon.com.br ou pelo telefone 0800 728 1121.

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